Quando dois usuários acessam a Netflix, dificilmente encontram exatamente a mesma experiência.
As recomendações podem variar conforme o histórico de consumo, as interações realizadas e outros sinais utilizados pelos sistemas de personalização.
Essa abordagem oferece uma reflexão importante para empresas de diferentes segmentos: por que tratar todos os consumidores da mesma maneira?
Personalização vai além de chamar o cliente pelo nome
Personalizar uma experiência significa utilizar informações relevantes para adaptar conteúdos, recomendações e interações.
Em um e-commerce, por exemplo, consumidores interessados em produtos esportivos podem receber recomendações diferentes daqueles que procuram itens de decoração.
Já em uma empresa de serviços, a comunicação pode considerar se o consumidor está conhecendo a marca, avaliando uma proposta ou já é cliente.
Como os dados ajudam nesse processo?
Informações de navegação, histórico de compras, categorias de interesse e interações anteriores podem ajudar a compreender diferentes comportamentos.
A partir desses sinais, as empresas conseguem desenvolver segmentos, testar recomendações e avaliar quais experiências apresentam melhores resultados.
Entretanto, a personalização precisa ser relevante. Excesso de mensagens, recomendações inadequadas e utilização indevida de dados podem prejudicar a experiência.
Personalização também precisa ser mensurada
Não basta apresentar conteúdos diferentes para cada público.
É necessário avaliar se essas mudanças melhoram indicadores como engajamento, conversão, retenção e receita por consumidor.
Experimentos controlados ajudam a identificar se a personalização realmente contribui para o resultado.
Na Kuhnen Data, utilizamos dados, tecnologia e estratégias de marketing para compreender a jornada do consumidor e identificar oportunidades de experiências mais relevantes.
